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Os Alfetta eram assim chamados devido a derivarem da Formula 2 do pré-Guerra limitados a 1500cc comprimidos, e por serem mais pequenos do que os Alfa de Formula Libre receberam esse diminutivo afectuoso!
No entanto o 'afectuoso' era apenas um disfarce para a serpente altamente venenosa que dominou por completo as competições do pós-Guerra, dotado de um motor 8C de 1500cc bi-comprimido (cujo primeiro compressor era usado para impedir as perdas pelas folgas do compressor maior) que chegou a atingir em 1951 os 420CV às 9.600rpm.
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Estes motores criados a partir do desenho original de Gioacchino Colombo pesavam apenas 165kg atingiram o seu limite de desenvolvimento em 1951 altura em que consumiam imenso (principalmente devido ao 'quinto tempo' usado para refrigerar o motor com mistura fresca) o que obrigava a dois ou três reabastecimentos e deteriorava os pneus.
Foi nestas condições que em 1951 Gonzalez no Ferrari 375 de 4500cc aspirados, reabastecendo menos uma vez, ganhou o GP Inglaterra e Enzo Ferrari, ex-coordenador do departamento de competição da Alfa Romeo pronunciou entre lágrimas 'Hoje matei a minha mãe...'
Foi quebrado nesse GP as 27 vitorias consecutivas destes carros... um verdadeiro testemunho da sua superioridade.
Mas estes carros saborearam os Dois Títulos Mundiais de Formula 1 em 1950 (Farina) e 1951 (Fangio) tornando assim a Alfa Romeo a primeira marca do mundo a conquistar tal título...
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